No início dos anos 1960, o lobby da indústria farmacêutica, fez com que milhões de mulheres tomassem um anti-inflamatório conhecido como Talidomida. Sem testes e comprovações científicas, o medicamento acabou causando o nascimento de mais de 10 mil crianças com má-formações congênitas na Europa.

Sessenta depois, surge outra ameaça: as vacinas contra o coronavírus que, igualmente, sequer foram testadas direito, se utilizando de uma técnica diferente de tudo o que já foi feito antes em termos de desenvolvimento de vacinas.

A pergunta que fica é: um político pode deter o poder de injetar substâncias desconhecidas no corpo de todas as pessoas da sociedade? Se um político hoje pode injetar uma droga desconhecida de forma obrigatória, o que o impedirá de tornar essa medida um hábito e, no futuro, obrigar a injeção de outras drogas, sejam lá quais forem, no corpo das pessoas? Se acaba o direito natural de controle sobre o próprio corpo, então não estamos vivendo em uma sociedade muito diferente da Alemanha nazista, da União Soviética, ou do Brasil escravocrata do século XIX.

Esta é a era da psicopatia política, que vem fazendo uma lavagem cerebral em massa, imbecilizando qualquer pessoa, visto que os críticos das vacinas de coronavírus são tachados na imprensa como “negacionistas da ciência” e “obscurantistas”.

A pandemia do coronavírus, com o lockdown e vacinação obrigatória, deu ao estado e aos burocratas um nível de poder autoritário nunca visto antes na história da humanidade. E o pior disso tudo é que há pessoas que enxergam nesse autoritarismo a solução dos problemas da pandemia, quando, na verdade, o que aconteceu foi o contrário: quanto mais eles fazem suas leis mirabolantes, como lockdown e quarentena, mais estrago causaram.

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