Especialistas dizem que estamos às portas de uma das maiores oportunidades na Bolsa desde 2008!

  • Setor industrial brasileiro registra crescimento de 7% no mês maio com a retomada da produção, a taxa mais alta desde junho de 2018 (12,9%). [2/7]
  • Bolsa de SP começa julho em alta, motivada por um sentimento mais positivo em relação à retomada da economia pós-pandemia e ao avanço de vacina contra o vírus, com papéis do setor financeiros entre os principais suportes. [1/7]
  • BB emprestará R$ 3,7 bi a pequenas empresas afetadas por pandemia. De acordo com a instituição financeira, pelo menos 45 mil empresas manifestaram interesse em contratar a linha de crédito. Até agora, foram aprovados 1,5 mil empréstimos, com valor médio de R$ 46 mil cada. [1/7]

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  • BOVESPA REAGINDO – A bolsa paulista entrou em viés de alta desde o dia 14/5, graças aos sinais positivos sobre a reabertura de economias e ampla liquidez global. Analistas afirmam que o ambiente de ampla liquidez (resultado da política fiscal do governo e das injeções de recursos sem precedentes feitas pelos bancos centrais) tem sustentado ativos de risco junto à crescente expectativa em relação â primeira fase da recuperação econômica. [3/6]
  • 5 AÇÕES – Baseados em dados de análises técnicas (gráficos), os analistas da Toro Investimentos definiram cinco ações que, em conjunto, podem render até 18% ao longo do mês de junho/2020. São elas: Vale [VALE3], Movida [MOVI3], Lojas Americanas [LAME4], Log [LOGG3] e Itaú Unibanco [ITUB4]. [2/6]
  • NOVOS INVESTIDORES – Analistas concordam que a turbulência causada pelo coronavírus definitivamente não intimidou o investidor brasileiro, sinalizando que a cultura do investimento veio para ficar. Com isso, produtos de renda variável vem ganhando cada vez mais espaço. Com a Selic na mínima histórica e os preços mais atrativos em ações de grandes empresas, muita gente tem visto a crise como oportunidade para dar seus primeiros passos no mercado de ações. [1/6]
  • Ibovespa sobe e encosta em 88 mil pontos graças ao aumento do otimismo com a reabertura das economias após lockdowns causados pela Covid-19. Analistas também sentiram leve otimismo com as notícias sobre estudos envolvendo vacina contra o vírus no exterior e pacote de estímulo na Europa, além de uma relativa trégua política no Brasil. O clima positivo foi endossado pelo plano de reabertura de atividades no Estado de São Paulo, economicamente o mais relevante do país. [27/5]
  • Historicamente, em toda crise econômica ocorrida no mundo, a queda de preço dos ativos financeiros foi seguida de uma posterior recuperação de preços. Mesmo diante de diferentes causas, toda crise terminou em um novo ciclo de alta (teoria dos ciclos econômicos). Em média, os mercados voltaram aos preços anteriores as grandes quedas entre 18 a 24 meses. [26/5]
  • O BTG Pactual observou que a Via Varejo, dona da Casas Bahia e do Ponto Frio, está aproveitando positivamente a onda da pandemia ao aumentar consideravelmente seu atendimento online e as ações da empresa poderão valorizar mais de 60% até o fim do ano. [22/5]
  • Relatório do Goldman Sachs aponta que a América Latina oferece as maiores oportunidades entre ações de mercados emergentes, com a bolsa paulista sendo provavelmente a melhor candidata à recuperação no segundo semestre. [21/5]
  • O Ibovespa fechou com alta de 2,1% após reunião positiva entre Presidente Bolsonaro e governadores. [21/5]
  • Mais de 300 mil pessoas físicas entraram na bolsa desde o início da pandemia. Desde o fim de 2018, o número de investidores pessoa-física cadastrados na B3 saltou de 700 mil para 2 milhões. Com isso, o mercado de ações brasileiro atingiu a histórica marca de 2 milhões de CPFs no total. [19/5]
  • Com a taxa de juros baixa, muitos investidores migraram parte dos seus investimentos para a bolsa de valores. Para os investidores que não precisam resgatar o dinheiro tão cedo e não são conservadores, investir em ações continua sendo uma boa opção. [19/5]
  • De acordo com o Banco Safra, as ações de bancos estão baratas demais para ignorar, mesmo com a crise do coronavírus. Em relatório apresentado aos clientes pelo banco, os analistas aconselham que, se o investidor conseguir ignorar a variação de preços de curto prazo e mirar num horizonte mais amplo de tempo, há uma grande oportunidade de comprar os bancos brasileiros. Isto porque, os papéis ainda estão baratos, mesmo após a recuperação ensaiada nos últimos dias. Todos os bancos cobertos pelo Safra têm recomendação de desempenho esperado acima da média do mercado.
  • Segundo especialistas da Empiricus Research, analisando todos os cenários (em que os mercados sofrem mais ou sobem), uma ação a ser observada, sem muito risco, é a Alpargatas (ALPA4). “É um papel que tem uma exposição ao risco do mercado interessante. Não vai te deixar bilionário. Não é a que vai mais subir, mas também não é a que vai derreter tanto em um cenário ruim”, pontua.
  • Em relatório enviado a clientes em março, o BTG Pactual estima que as ações de empresas do setor de shopping centers poderão subir, em média, 40% após o fim da crise. “Apesar de um cenário mais conservador, ainda encontramos um grande potencial de alta para todos os papéis (cerca de 40%, em média), uma vez que vemos o setor negociando perto de um spread recorde em relação às taxas reais de juros”, afirma o banco. Entre os papéis do setor, a favorita do BTG Pactual é a Multiplan (MULT3), com preço-alvo (para venda) de R$ 29, o que representa uma alta potencial de 41% sobre a cotação atual do papel.

 

 

 

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